Como escolher uma boa pós-graduação em Terapias Contextuais
- Psicólogo André Milian

- 5 de fev.
- 3 min de leitura
A procura por pós-graduação em Terapias Contextuais cresceu muito nos últimos anos. Psicólogos clínicos têm percebido que apenas a formação da graduação não é suficiente para lidar com a complexidade dos casos atuais: ansiedade crônica, depressão recorrente, trauma, burnout, sofrimento existencial e quadros mistos exigem uma formação mais profunda e integrada.
Mas, diante de tantas opções no mercado, surge a dúvida: como escolher uma boa pós-graduação em Terapias Contextuais?
Entenda primeiro o que são Terapias Contextuais
Antes de escolher a formação, é fundamental compreender que Terapias Contextuais não são um conjunto de técnicas isoladas. Elas incluem abordagens como:
• ACT (Terapia de Aceitação e Compromisso)
• DBT (Terapia Comportamental Dialética)
• FAP (Terapia Analítico-Funcional)
• Terapia Focada na Compaixão
• Mindfulness Clínico
• Terapia Baseada em Processos
Todas compartilham um foco comum: trabalhar os processos psicológicos que mantêm o sofrimento, e não apenas os sintomas.
Uma boa pós-graduação precisa respeitar essa lógica integrativa.
1) Verifique se a formação é baseada em evidências científicas
Terapias Contextuais são amplamente estudadas. A pós-graduação deve apresentar:
• base teórica consistente
• estudos clínicos e evidências atualizadas
• articulação entre teoria e prática
Sem isso, a formação tende a ser superficial.
2) Observe se há integração entre as abordagens
Um erro comum é oferecer ACT, DBT e Mindfulness como módulos separados, sem integração real.
Na prática clínica, esses modelos conversam entre si. A formação precisa ensinar como integrá-los no atendimento real.
3) Veja se a pós-graduação ensina formulação de caso
Aprender técnicas é importante.
Aprender a pensar clinicamente por processos é fundamental.
Uma boa formação em Terapias Contextuais ensina o psicólogo a formular casos complexos, não apenas aplicar protocolos.
4) Avalie se há ligação com neurociência e psicopatologia
As Terapias Contextuais dialogam diretamente com:
• neurociência da emoção e da atenção
• compreensão contemporânea da psicopatologia
• regulação emocional
Essa base amplia muito a segurança clínica do profissional.
5) Cuidado com formações excessivamente técnicas
Quando a pós-graduação foca apenas em técnicas, o profissional sai sabendo “o que fazer”, mas não quando fazer e por que fazer.
A boa formação desenvolve postura clínica, raciocínio terapêutico e ética.
6) Veja quem coordena a formação
A coordenação acadêmica e clínica faz enorme diferença. Procure cursos coordenados por profissionais que:
• atuam na clínica real
• possuem formação acadêmica sólida
• trabalham com Terapias Contextuais no dia a dia
A proposta do Instituto Inspire
A pós-graduação em Terapias Contextuais do Instituto Inspire foi estruturada justamente para evitar a fragmentação comum nesse tipo de formação.
Ela integra, de forma orgânica:
• ACT, DBT, FAP e Terapia Baseada em Processos
• Mindfulness Clínico
• Neurociência aplicada à psicoterapia
• Formulação de caso por processos
• Prática clínica e supervisão
O foco não é ensinar mais técnicas, mas formar terapeutas com pensamento clínico avançado.
Coordenação acadêmica
A formação é coordenada por:
• André Milian — psicólogo, mestre e doutorando pela USP, com atuação em terapias contextuais, mindfulness e neurociência.
• Júlia Dourado — psicóloga formada e especializada pela USP, com prática clínica em terapias contextuais.
Conclusão
Escolher uma boa pós-graduação em Terapias Contextuais é escolher uma formação que:
• integra abordagens
• é baseada em ciência
• ensina a pensar clinicamente
• conecta teoria, prática e neurociência
• desenvolve postura terapêutica real
Mais do que um título, trata-se de uma formação que transforma a forma de atender pacientes.
💠 Instituto Inspire — Pós-graduação em Terapias Contextuais
ACT • DBT • Mindfulness • Neurociência • Formação clínica baseada em processos
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